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	<title>Marcela Conceição</title>
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		<title>Otimismo em pauta</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
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		<description><![CDATA[Queridos leitores, a esperada sexta-feira chegou! Que o otimismo e a alegria quase inexplicável desse dia mágico se prolonguem durante toda a semana. Brincadeiras a parte, gostaria de chamar a atenção para esse sentimento altamente eficaz nos ambientes corporativos e no que diz respeito à orientação de carreira: otimismo. Segundo o Dicionário Aurélio da Língua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tb_migreme_antes"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=none&amp;lang=en&amp;text=Otimismo em pauta&amp;url=http://migre.me/98iQp" style="width: 55px; height: 20px; "></iframe></div><p>Queridos leitores,</p>
<p>a esperada sexta-feira chegou! Que o otimismo e a alegria quase inexplicável desse dia mágico se prolonguem durante toda a semana. Brincadeiras a parte, gostaria de chamar a atenção<span id="more-1653"></span> para esse sentimento altamente eficaz nos ambientes corporativos e no que diz respeito à orientação de carreira: <em><strong>otimismo</strong></em>. Segundo o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, otimismo significa: 1. costume ou sistema de achar que tudo é ou resultará o melhor possível; 2. confiança no porvir. Ou seja, é crer que o que virá é sempre melhor.</p>
<p>E quais serão os efeitos mais evidentes desse sentimento? Imagine uma pessoa que já começa um dia de trabalho com mau humor e com a justificativa de que não há motivos para seu dia ser bom, e outra pessoa que já acorda olhando-se no espelho esperando as possibilidades de tornar seu dia bom. As pessoas não são obrigadas a jogar o jogo do contente da menina <a title="Pollyana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pollyanna" target="_blank">Pollyana</a>, mas pode ver que em meio às adversidades que surgem ao longo de um dia de trabalho mudanças ocorrem.</p>
<p>Como alguém já disse um dia, <em>a beleza está nos olhos de quem vê</em>, da mesma forma que as oportunidades e as ideias nascem da mente de quem crê que uma dificuldade pode servir de trampolim para a mudança de quadro, de situação e, inclusive, de vida. O pessimismo não é terreno fértil da inovação, pois inovação combina com ousadia e crença de que algo aparentemente improvável tem chances (sim!) de dar certo.</p>
<p>Portanto, vamos aproveitar a sexta-feira para fechar com chave de ouro mais uma semana e aproveitar o fim de semana para cuidar mais da saúde, dos sonhos, dos planos para a semana que chegará e manter o otmismo em alta. Essa atitude faz bem e torna a vida muito mais interessante e bela!</p>
<p>Tenham um ótimo fim de semana!</p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcela Conceição</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O bem como parâmetro</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[exemplos]]></category>
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		<description><![CDATA[Queridos leitores, os temas que eu abordo nos meus artigos, geralmente, provêm de histórias interessantes que eu vivi e que me marcaram bastante. Hoje quero compartilhar com vocês o que tem norteado o comportamento dos profissionais nas organizações, de modo geral. É a consciência de ter que fazer o que é certo, ou a displicência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tb_migreme_antes"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=none&amp;lang=en&amp;text=O bem como parâmetro&amp;url=http://migre.me/97mEB" style="width: 55px; height: 20px; "></iframe></div><p>Queridos leitores,</p>
<p>os temas que eu abordo nos meus artigos, geralmente, provêm de histórias interessantes que eu vivi e que me marcaram bastante. Hoje quero compartilhar com vocês o que <span id="more-1649"></span>tem norteado o comportamento dos profissionais nas organizações, de modo geral. É a consciência de ter que fazer o que é certo, ou a displicência justificada pelo famoso discurso <em>&#8220;se fulano pode fazer, eu também posso&#8221;</em>?</p>
<p>Há aproximadamente um ano, eu era servidora de um órgão federal vinculado à Administração Pública Direta e infelizmente o comportamento dos servidores no setor público é decepcionante e desgastante, especialmente quando você gosta de trabalhar e valoriza seu emprego. Um dos piores problemas que a equipe à qual pertencia tinha que enfrentar era a disposição dos servidores em cumprir o seu papel (claro que muitos trabalhavam, mas quando a maioria não se importa, isso pesa).</p>
<p>Então, eu entendi que as pessoas justificavam o mau andamento de suas atividades pautando-se em exemplos totalmente errados. Se o empregado X cumpre apenas meio expediente, eu também posso cumprir. Mas o que mais me entristecia era ver que as pessoas começavam a pensar daquela forma parte por culpa do sistema, absolutamente falho no que dizia respeito a punições e advertências. Embora o sistema tivesse seu <em>mea culpa</em>, nada poderia justificar a negligência com o próprio trabalho.</p>
<p>Olhar para aquele que erra e usar o erro alheio como desculpa para justificar um erro que é fruto de uma escolha pessoal demonstra fraqueza de caráter e irresponsabilidade. Ao invés disso, pode-se olhar para os que agem com honestidade e retidão e evitam envolver-se em esquemas escusos. Talvez a mudança de foco e o olhar para o bem e o bom tragam uma reflexão que nos leve ao crescimento e à mudança de nossos parâmetros.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcela Conceição</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como as empresas contratam?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[competência]]></category>
		<category><![CDATA[curriculo]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros leitores, hoje cedo um dado já conhecido me chamou a atenção no telejornal matinal daqui do Rio: vocês sabiam que 41% dos profissionais no estado do Rio de Janeiro são demitidos por problemas de postura/relacionamento/liderança em um conjunto de cinco fatores principais? Acredito que muitos de vocês já imaginavam, porém com o resultado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tb_migreme_antes"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=none&amp;lang=en&amp;text=Como as empresas contratam?&amp;url=http://migre.me/95x6K" style="width: 55px; height: 20px; "></iframe></div><p>Caros leitores,</p>
<p>hoje cedo um dado já conhecido me chamou a atenção no telejornal matinal daqui do Rio: vocês sabiam que <strong>41%</strong> dos profissionais no estado do Rio de Janeiro são demitidos por<span id="more-1647"></span> problemas de postura/relacionamento/liderança em um conjunto de cinco fatores principais? Acredito que muitos de vocês já imaginavam, porém com o resultado de uma pesquisa realizada por uma consultoria em recursos humanos, podemos entender melhor o que está acontecendo.</p>
<p>Depois do <em>boom</em> de orientação de carreira e comportamento profissional, de uns tempos para cá as revistas, os especialistas e os próprios profissionais estão questionando a validade dos processos seletivos que, apesar das dinâmicas de grupo, quase sempre priorizam a experiência e a competência técnica dos candidatos. Empresas analisam perfis e currículos e na maioria das vezes selecionam pelo segundo.</p>
<p>Competência técnica faz parte da especialidade intelectual de um profissional, mas em uma empresa, bem como em quaisquer outros ambientes de interação social, o bom relacionamento interpessoal (já batido) ainda é que garante solidez e a permanência deste mesmo profissional na organização. Lidar com pessoas é o trabalho mais difícil que existe e no mundo que vivemos todas as profissões exigem essa habilidade.</p>
<p>Eu ainda me lembro que na época da graduação alguns colegas da área de TI diziam que &#8220;ainda bem&#8221; que eles não teriam que trabalhar com pessoas e, sim, com sistemas, programas e máquinas. Será que hoje eles ainda acreditam nisso? Das duas uma: ou insistiram no erro ou tiveram de&#8230; aprender a lidar com pessoas. E se a gama de competências técnicas de um candidato garante sua entrada no mercado de trabalho, sem dúvida sua habilidade de liderar pessoas o faz crescer na carreira. Quanto a isso, não existem mais dúvidas.</p>
<p>As disciplinas mais humanas deveriam fazer parte de todos os desenhos curriculares de universidades ao redor do mundo, ainda que estejam formando engenheiros, analistas de sistemas e cientistas das áreas de exatas. Nenhuma empresa contrata um profissional para isolá-lo. Ela precisa de seu poder de comunicação, compreensão, negociação e adaptação. E você, profissional, invista no conhecimento e no desenvolvimento técnico e intelectual, mas entenda que o maior sucesso advém da forma como você cativa, inspira e motiva as pessoas para realizarem tarefas com um único objetivo.</p>
<p>Um ótimo dia!</p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcela Conceição</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Educação Oriental</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
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		<description><![CDATA[Caros leitores, ontem foi comemorado o dia das mães e além das celebrações e dos apelos comerciais que esta data traz, alguns assuntos na relação pais e filhos ou, em especial, mães e filhos, vêm à tona para serem repensados. A influência da educação dos pais é tão forte na vida de uma criança, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tb_migreme_antes"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=none&amp;lang=en&amp;text=A Educação Oriental&amp;url=http://migre.me/94Xlk" style="width: 55px; height: 20px; "></iframe></div><p>Caros leitores,</p>
<p>ontem foi comemorado o dia das mães e além das celebrações e dos apelos comerciais que esta data traz, alguns assuntos na relação pais e filhos ou, em especial, mães e filhos, vêm à tona para serem<span id="more-1643"></span> repensados. A influência da educação dos pais é tão forte na vida de uma criança, que a maioria de seus problemas na vida adulta dizem respeito à traumas na infância. Há duas semanas, na empresa onde trabalho, participei de um sarau literário, como parte de um projeto do núcleo de comunicação organizacional, onde a discussão foi sobre o livro <a title="Grito de guerra da mãe tigre" href="http://www.livrariacultura.com.br/imagem/capitulo/22447988.pdf" target="_blank"><em>&#8220;Grito de guerra da mãe-tigre&#8221;</em></a>, da chinesa Amy Chua. A autora faz um relato da educação que dava às filhas nos Estados Unidos, contrastando totalmente com a maneira ocidental de educar.</p>
<p>Ontem, um programa de televisão também apresentou uma reportagem colocando em discussão o modo de educar oriental e o modo de educar ocidental. Eu ainda não sou mãe, mas como filha, senti na pele a cobrança e as exigências de uma mãe rígida e os bons resultados que esse cuidado todo me trouxe. E acredito que em meio às loucuras atuais do mundo e de tantos valores invertidos eu tendo a ser uma mãe bastante disciplinadora. Mas isso mesmo eu só poderei saber quando eu for mãe.</p>
<p>A experiência de Amy com as filhas demonstra que o maior objetivo dela era cumprir uma missão, olhando a maternidade como missão (e será que ela realmente não é?). Preencher os horários dos filhos com aulas de idiomas, reforço em cálculo, aulas de música e leitura são maneiras de moldar o caráter e fazer a criança ter sua própria identidade. Essa maneira de educar choca muito porque no Ocidente e, especialmente, no Brasil, fomos perdendo a noção da importância das palavras <em>limite</em> e <em>disciplina</em>. Talvez o jeito oriental de educar não seja o ideal (convenhamos que a perfeição não existe), mas será que nós não estamos dando muito poder de decisão às crianças?</p>
<p>O crescimento da China e o poder de superação e desenvolvimento japonês no pós-guerra nos mostram muito mais do que a capacidade de crescimento desses povos. Esses são clássicos exemplos do sucesso que vem por meio de disciplina, paciência e dedicação. Os japoneses são conhecidos pelo seu conhecimento, criatividade e poder de inovação (especialmente a tecnológica).  E países como o nosso?</p>
<p>Talvez não seja necessário chegar ao extremo oriental, assim como também não tem feito bem às nossas crianças esse excesso de poder dado a elas, que é típico do ocidente. Mas passado o dia das mães, vale repensar a questão&#8230; pois as crianças crescem e o que elas aprendem a ser elas carregam para o resto da vida.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcela Conceição</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A crise da Geração Y</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 14:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[geração y]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros leitores, tenho observado a inquietação da Geração Y, quase beirando os 30 anos de idade, em relação a conquistas e à consolidação na carreira. Essa geração à qual eu também faço parte, demonstra tanto conhecimento e habilidades quanto problemas de autoconhecimento e maturidade. A despeito da generalização (leviana em qualquer caso), eu penso: por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tb_migreme_antes"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=none&amp;lang=en&amp;text=A crise da Geração Y&amp;url=http://migre.me/91JPi" style="width: 55px; height: 20px; "></iframe></div><p>Caros leitores,</p>
<p>tenho observado a inquietação da Geração Y, quase beirando os 30 anos de idade, em relação a conquistas e à consolidação na carreira. Essa geração à qual eu também faço parte, <span id="more-1640"></span>demonstra tanto conhecimento e habilidades quanto problemas de autoconhecimento e maturidade. A despeito da generalização (leviana em qualquer caso), eu penso: por que razão muitos profissionais cheios de talento e com tantos saberes ainda sofrem uma crise na carreira e, muitas vezes, na vida?</p>
<p>Nós, jovens, que vivemos a sinergia dos relacionamentos estabelecidos muito rapidamente e a simultaneidade das informações nas redes sociais esquecemos alguns valores que são fundamentais para uma construção de vida e carreira mais saudáveis. A Antropologia diz que nossas experiências estão muito ligadas aos grupos sociais aos quais pertencemos e nossa atuação neles, porém, atualmente, a maioria de nós participa de uma vida virtual na maior parte do dia e perde desejo e motivação para participar de grupos sociais reais.</p>
<p>Por isso, quando ingressamos em uma empresa, muitos conflitos começam a surgir, pois nem sempre o e-mail ou as formas virtuais de comunicação conseguem suprir a necessidade de entendimento entre as partes. No campo profissional, a habilidade com as ferramentas virtuais é, sim, um requisito importante, mas a habilidade em falar, pensar e agir mais humanamente ainda valem ouro.</p>
<p>Eu temo que a minha geração chegue aos 40 anos completamente frustrados e com a sensação de não ter chegado a lugar algum, embora cheios de talento e conteúdo. Será muito mais frustrante do que alguém que, em sã consciência, sabe que não tinha condições de chegar mesmo. Mas qualquer problema para ser solucionado precisa retornar às suas causas. E eu penso que as três mais visísveis são essas que listei abaixo:</p>
<p><strong>Ansiedade -</strong> Os jovens da geração Y dificilmente conseguem relaxar. Estão sempre com a cabeça a mil, querendo materializar suas forças, ideias e projetos e a ansiedade provoca um nível de estresse e impactos emocionais e psicológicos que podem ser altamente prejudiciais se não houver pleno controle e conhecimento dessa emoção, que como tudo em excesso na vida, pode ser fatal.</p>
<p><strong>Imediatismo -</strong> As experiências com redes sociais e o costume em enviar e receber respostas em tempo real tornaram os jovens da geração Y ainda mais imediatistas do que o comum. A geração <em>internet</em> não aceita facilmente esperar um dia, o que dirá uma semana, por uma resposta ou por um resultado. Isso se agrava quando um representante Y ocupa um cargo diretivo ou de gerência, pois a impaciência em resolver questões da empresa podem gerar maus resultados.</p>
<p><strong>Excesso de confiança -</strong> O nível de conhecimento e conexão com as informações do mundo dão aos jovens, inúmeras vezes, a sensação de segurança e excesso de confiança. Isso se reflete não só no campo profissional, mas no dia-a-dia também. O índice de acidentes de carro que envolvem jovens demonstram, por estudos e especialistas da área (psicólogos de trânsito), que os acidentes automobilísticos cujos condutores são jovens são causados por <a title="Pesquisa Unoeste" href="http://www.unoeste.br/site/destaques/Noticias.aspx?id=5885" target="_blank">excesso de confiança</a>. Ou seja, excesso de confiança e segurança podem trazer prejuízos irreversíveis aos jovens Y, em qualquer área da vida.</p>
<p>Importante refletir esta questão, pois se nossa geração não reverter esse perfil e esse comportamento, como serão os nossos filhos, criados por pais frustrados e sem estrutura emocional e maturidade para dirigir a própria carreira?</p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcela Conceição</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Delegar faz bem</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 14:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[delegação]]></category>
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		<description><![CDATA[Queridos leitores, estamos na era da multifuncionalidade, onde todos temos múltiplas habilidades e trabalho não falta durante todo o dia. Mas será que tudo o que fazemos realmente precisa ser feito somente por nós ou podemos dividir o peso? A verdade é que sempre há tanta coisa para fazer que nem tempo queremos &#8220;perder&#8221; pensando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tb_migreme_antes"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=none&amp;lang=en&amp;text=Delegar faz bem&amp;url=http://migre.me/90TUB" style="width: 55px; height: 20px; "></iframe></div><p>Queridos leitores,</p>
<p>estamos na era da multifuncionalidade, onde todos temos múltiplas habilidades e trabalho não falta durante todo o dia. Mas será que tudo o que fazemos realmente precisa ser feito somente por nós <span id="more-1637"></span>ou podemos dividir o peso? A verdade é que sempre há tanta coisa para fazer que nem tempo queremos &#8220;perder&#8221; pensando com calma e tentar repassar o trabalho a outra pessoa. Ou, o mais provável, a responsabilidade que carregamos é sempre tão maior do que deveria ser que preferimos fazer a deixar outra pessoa tomar conta. É a velha máxima que nossos pais e avós já diziam: <em>&#8220;Se quer que algo saia bem feito, faça você mesmo&#8221;</em>.</p>
<p>Sabemos, contudo, que o mundo já não é mais o mesmo, as relações já não são mais as mesmas e as atitudes, por conseguinte, também não precisam ser. Então, por que será que simplesmente não conseguimos relaxar e dividir mais a carga? Há alguns exemplos clássicos no que diz respeito a esse assunto, que valem ser ressaltados. Eu exponho aqui três situações reais e fictícias que retratam consequências negativas que essa síndrome de &#8220;super homem&#8221; tem trazido à vida cotidiana e que estão diretamente relacionadas a prejuízos na vida pessoal:</p>
<p><strong>1. Supernanny -</strong> Ontem ao chegar em casa, após mais um dia de trabalho, liguei a televisão e parei em um canal da TV fechada, onde é exibida a versão norte-americana do programa <em>Supernanny</em>. Comecei a assistir no exato momento em que a &#8220;psicóloga-babá&#8221; orientava o pai a como agir com as quatro filhas meninas. Os problemas de autoridade que ele sofria em casa diante das filhas era só uma triste consequência da falta de tempo e da excessiva carga de trabalho. Naquele momento parei um minuto e vi a que ponto chegamos. Necessidade de um especialista em relacionamentos entrar na casa de uma família para ensinar um pai a ser&#8230; pai. Será que a carga de trabalho é tão grande que não pode ser delegada ou dividida?</p>
<p><strong>2. Sorte no jogo&#8230;</strong> &#8211; Outro exemplo interessante é uma cena do filme <em>O Diabo Veste Prada</em>, onde a protagonista Andrea <em>(Anne Hathaway)</em> comenta com o Nigel <em>(Stanley Tucci)</em> que está com problemas na vida pessoal e ele responde a ela que este é um dos sintomas quando a vida profissional começa a ascender. Será que essa contrapartida é mesmo obrigatória ou é apenas mais um fruto da má gestão do próprio trabalho? Fica, então, uma válida reflexão. Trabalho é um benefício precioso, pois é dele que dependemos para viver bem (viver bem!). Quando o trabalho passa a ser mais importante do que família e seu próprio bem-estar, é sinal de que o prazo de validade está vencendo. Vale avaliar!</p>
<p><strong>3. Click</strong> &#8211; O terceiro exemplo eu acredito que seja o mais hilário e também o mais impactante. O filme <em>Click</em>, com Adam Sandler, mostra o dia-a-dia de um <em>workaholic</em>* que se vê perdendo prestígio, família e saúde. É quando acorda em uma loja de departamentos e percebe que está fazendo tudo errado. O filme mostra que todas as decisões levam a uma causa, nem sempre boa para os que também dependem de você. Uma lição de vida e tanto!</p>
<p>Algo que é importante levarmos todos os dias para o trabalho é que nós sempre temos escolhas. Não vale mais dizer &#8220;eu não tive escolha&#8221;. Nós sempre temos. Mas antes de dizer <em>sim</em> ou <em>não</em> às propostas profissionais, a primeira coisa que devemos pensar é no tamanho do impacto futuro que essa decisão vai gerar para você e para a sua família. Não é fácil, mas pensar duas, três ou quatro vezes antes de dar uma resposta pode ser bem melhor do que sofrer meses, anos ou décadas em função dela.</p>
<p><em>* Expressão inglesa que em português pode ser traduzido como &#8220;viciado em trabalho&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcela Conceição</em></p>
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		<title>Relatividade do tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 12:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
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<p>embora não pareça já estamos quase no meio do ano. E eu disse que não parece exatamente porque ainda percebo um ritmo lento em muitos profissionais. Ora ora, vamos agilizar porque há muita coisa a fazer <span id="more-1633"></span>e o tempo passa mais rápido do que um piscar de olhos. Na brevíssima história da minha vida, com minhas pouquíssimas experiências, tive pessoas, especialmente professores de áreas diferentes, que me deixaram marcas por orientações simples e, ao mesmo tempo, de extrema importância para o que se pensa da vida.</p>
<p>Aos quatorze anos, com a ajuda impagável dos meus avós maternos, pude estudar Inglês em uma escola de idiomas e realizar um dos meus grandes desejos: o de aprender uma língua estrangeira. Minha primeira professora nessa escola chamava-se Cristina e era bem parecida com a atriz Irene Ravache&#8230; talvez a forte lembrança deva-se à minha memória bastante fotográfica. A primeira coisa que ela disse na primeira aula, antes de iniciar o conteúdo, quando perguntada por um colega quanto tempo duraria o curso, foi: &#8220;O tempo vai passar de qualquer jeito. Se você não estiver fazendo nada e cinco anos se passarem, você não terá adquirido nada de novo. Porém, se você estiver estudando e os mesmos cinco anos se passarem, o seu ganho será inestimável.&#8221;</p>
<p>Isso nunca me saiu da cabeça e às vezes eu vejo pessoas protelando determinadas coisas na vida, pensando que daqui a um ano ou três meses podem começar. E por que esperar? Daqui a três meses aquela poupança que você poderia ter iniciado este mês já terá rendido alguma coisa. Ou o projeto com uma ideia diferente já poderá ser apresentado ao seu chefe. A diferença entre querer fazer e fazer de fato está baseada na atitude que você toma diante de cada situação. E isso ocorre em tudo na nossa vida, e torna-se mais perceptível na área profissional, onde a positiva convergência entre ideias, projetos e resultados depende inteiramente do tempo.</p>
<p>E o tempo pode ser seu melhor amigo ou seu pior pesadelo. Mas em tudo isso, a sua atitude é que vai dizer. Por isso o tempo é tão relativo, uma vez que a sua gestão depende das ações de cada um de nós. Valorize o tempo livre investindo em algo que agregue mais conhecimento e aprendizado a você. Em um final de semana você pode se surpreender com a quantidade de coisas que aprende em uma experiência ou em um livro, da mesma forma como as ideias surgem a partir da descoberta do que é novo.</p>
<p>Experimente usar seu tempo de maneira proveitosa e aguarde os resultados depois!</p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcela Conceição</em></p>
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		<title>Dia de Happy Hour</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 16:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Caros leitores, sexta-feira é, por si só, convidativa e para quem aproveita o dia para dar uma esticadinha do trabalho com a turma do escritório, é importante falar de algumas atitudes que devem ser prezados a fim de preservar sua imagem e sua carreira. Ah, se o chefe estiver presente, eleve a importância deste artigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tb_migreme_antes"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=none&amp;lang=en&amp;text=Dia de Happy Hour&amp;url=http://migre.me/8WYGW" style="width: 55px; height: 20px; "></iframe></div><p>Caros leitores,</p>
<p>sexta-feira é, por si só, convidativa e para quem aproveita o dia para dar uma esticadinha do trabalho com a turma do escritório, é importante falar de algumas atitudes que devem ser<span id="more-1629"></span> prezados a fim de preservar sua imagem e sua carreira. Ah, se o chefe estiver presente, eleve a importância deste artigo à quinta potência. Se o <em>happy hour</em> leva este nome, por que é preciso ter tanto cuidado com a postura?</p>
<p>Happy hour deve ser encarado como um momento de descontração e relaxamento com os colegas do trabalho, a fim de gerar um clima de maior relacionamento e, até, de amizade, quando há afinidade para isso. Mas tudo na vida é baseado em pesos, medidas e&#8230; limites. O que seria de nós, seres humanos, se não houvesse limite para todas as nossas ações? Talvez já estivéssemos longe a uma hora dessas. Basta pensar que qualquer noite em happy hour tem um horário para começar e acabar. O problema é quando não acaba bem para você.</p>
<p>Antes de abusar na bebida ou falar besteiras e colocar em risco sua credibilidade, modere e pense que no outro dia tudo o que você tiver dito ou feito provavelmente será usado contra você. Portanto, seja prudente e responsável consigo mesmo. E se seu chefe estiver por perto, tenha mais cuidado ainda, pois fora do escritório ele pode até proporcionar liberdade no relacionamento, mas no dia-a-dia ele ainda será seu chefe.</p>
<p>Veja a <em>happy hour</em> como um bom momento para:</p>
<p>1. Conhecer melhor seus colegas de trabalho. Especialmente aqueles colegas que não trabalham diretamente com você. Um momento desses pode ser aproveitado para você se apresentar melhor aos outros e conhecer melhor o perfil de seus colegas também, pois nunca se sabe quando é que será necessário contar com as habilidades de um e de outro.</p>
<p>2. Ver o trabalho de maneira mais agradável. Visualizar um momento com os colegas de trabalho como algo prazeroso pode ajudá-lo a ver seu próprio ambiente de trabalho como melhor, mais agradável e de maior harmonia.</p>
<p>3. Praticar a etiqueta social. Embora você possa achar esta dica desnecessária, eu garanto que não é, pois não há oportunidade melhor para exercitar um comportamento adequado em meio social do que em um <em>happy hour</em>. Você aprende a se controlar para não falar o que não deve e modera as próprias atitudes, evitando aborrecimentos posteriores.</p>
<p>4. Perceber oportunidades de negócios. Mesmo que o objetivo principal do encontro no final do expediente não seja falar e fazer negócios, não há impedimento algum para uma oportunidade surgir e você aproveitar por estar preparado. Imagina só se um colega seu convida um amigo de outra empresa e que possui um cargo de gerência com aspirações de agregar profissionais à sua equipe? Você só perderá se quiser&#8230;</p>
<p>Então, leia essas dicas e decida o que considerar mais prudente! Mas não se perca nas alegrias do final de semana, porque outra começará na segunda e muito trabalho ainda há pela frente!</p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcela Conceição</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vaga Secretária Executiva &#8211; RJ</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[secretária executiva]]></category>
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		<description><![CDATA[Queridos leitores, é com satisfação que anuncio uma vaga para secretária executiva bilíngue, exclusiva para portadores de necessidades especiais. A vaga é para a empresa Shell Brasil Petróleo Ltda. na cidade do Rio de Janeiro. O profissional que se candidatar à vaga deve atender aos requisitos abaixo: - Ensino Superior completo ou em curso; - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tb_migreme_antes"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=none&amp;lang=en&amp;text=Vaga Secretária Executiva &#8211; RJ&amp;url=http://migre.me/8WRQa" style="width: 55px; height: 20px; "></iframe></div><p>Queridos leitores,</p>
<p>é com satisfação que anuncio uma vaga para<em><strong> secretária executiva bilíngue</strong></em>, exclusiva para portadores de necessidades especiais. A vaga é para a empresa Shell Brasil Petróleo Ltda. na cidade do Rio de Janeiro. <span id="more-1624"></span>O profissional que se candidatar à vaga deve atender aos requisitos abaixo:</p>
<p>- Ensino Superior completo ou em curso;<br />
- Experiência anterior como secretária;<br />
- Inglês fluente.</p>
<p>O candidato selecionado terá como atribuições na empresa:</p>
<p>- Preparar e enviar correspondência e documentos profissionais;<br />
- Realizar atendimento de chamadas telefônicas e fornecer informações ou se reportar a outros membros da equipe quando necessário;<br />
- Interface com outras equipes que garantem o alinhamento e colaboração em diversos processos;<br />
- Arquivar documentos;<br />
- Programar e revisar calendários regularmente (reuniões / salas / equipamentos);<br />
- Organizar reuniões e eventos, oferecendo o apoio logístico necessário;<br />
- Ocasional apoio administrativo a outras equipes em situações de emergência.</p>
<p><strong>Atenção: o envio de currículos está acessível por meio do anúncio da vaga na rede social <a title="LinkedIn" href="http://www.linkedin.com" target="_blank"><em>LinkedIn</em></a>.</strong></p>
<p>A Shell é uma empresa que opera no Brasil desde 1913 na área de petróleo e energia e busca superar os desafios das futuras novas energias com tecnologia e inovação. No Brasil, a sede da Shell está localizada no Rio de Janeiro.</p>
<p>Boa sorte aos candidatos!</p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcela Conceição via anúncio de vaga pelo LinkedIn<br />
</em></p>
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		<title>Conhecimento: patrimônio intangível</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 13:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros leitores, um dia alguém disse que as pessoas podem tirar todos os bens que você possui, mas há um bem maior que elas não podem tirar de você: o seu conhecimento. E essa é uma verdade irrefutável. O conhecimento é algo que acumulamos ao longo dos anos de experiência, ao longo dos anos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tb_migreme_antes"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" tabindex="0" class="twitter-share-button twitter-count-none" src="http://platform2.twitter.com/widgets/tweet_button.html?count=none&amp;lang=en&amp;text=Conhecimento: patrimônio intangível&amp;url=http://migre.me/8VWtw" style="width: 55px; height: 20px; "></iframe></div><p>Caros leitores,</p>
<p>um dia alguém disse que as pessoas podem tirar todos os bens que você possui, mas há um bem maior que elas não podem tirar de você: o seu conhecimento. E essa é uma verdade irrefutável. <span id="more-1621"></span>O conhecimento é algo que acumulamos ao longo dos anos de experiência, ao longo dos anos de vida e a partir dos relacionamentos que estabelecemos nos diversos grupos sociais aos quais fazemos parte.</p>
<p>Cada dia de nossa vida que ignoramos a importância de aprendermos uma habilidade nova ou de investirmos em um novo conhecimento pode significar no futuro uma oportunidade de ouro perdida simplesmente por falta de preparo. Aprender algo novo desperta áreas inexploradas em nosso cérebro, nos deixando mais atentos, mais inteligentes e com o raciocínio mais rápido. Alékm disso, novos aprendizados proporcionam maior capacidade de concentração e percepção.</p>
<p>Estar preparado para uma oportunidade exige uma construção que deve ser realizada dia apos dia. Jamais poderemos ser contratados em uma empresa que exige conhecimento de dois idiomas estrangeiros se paramos quando concluímos o aprendizado de apenas um. Ou, então, quando há exigência de uma pós-graduação e há cinco você está formado e ainda não iniciou um curso dessa natureza.</p>
<p>Se você terminou a faculdade, eu sugiro iniciar imediatamente um curso de pós-graduação ou um curso de idiomas. Pense, antes, nos objetivos de carreira que você pretende seguir. Se almeja carreira no mercado, em grandes empresas ou como consultor, procure investir em um MBA (Master Business in Administration), que corresponde a uma pós-graduação<em> lato sensu</em>. Caso tenha interesse em ser pesquisador ou construir carreira acadêmica, então, invista em uma pós <em>stricto sensu</em>. Se você souber o que quer ser e aonde quer chegar, os passos seguintes se tornam menos conflitantes.</p>
<p>O mais importante é ter em mente que independente do que você quiser fazer na vida, o conhecimento será seu maior recurso e seu maior patrimônio.</p>
<p>Sucesso e ótima quinta-feira!</p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcela Conceição</em></p>
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