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	<title>Marcela Conceição &#187; Emprego</title>
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		<title>O futuro do trainee</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 03:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, mundo!
O caminho do mercado de trabalho está permeado de alternativas. Algumas longas, outras curtas, porém com o mesmo foco: o sucesso profissional. E no meio do caminho, você que está se formando ou vai se formar em breve, pode começar a pensar além do estágio.
Empresas de grande porte do Brasil inteiro (algumas multinacionais) estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, mundo!</p>
<p>O caminho do mercado de trabalho está permeado de alternativas. Algumas longas, outras curtas, porém com o mesmo foco: o sucesso profissional. E no meio do <span id="more-1042"></span>caminho, você que está se formando ou vai se formar em breve, pode começar a pensar além do estágio.</p>
<p>Empresas de grande porte do Brasil inteiro (algumas multinacionais) estão em busca de jovens talentos que estejam comprometidos com a profissão e seriamente engajados nas atividades. Mais que isto: são empresas que buscam resultados.</p>
<p>Para um jovem que se gradua sem expectativa de um emprego compatível com sua área de formação, a participação em um processo seletivo para <em>trainee</em> pode ser a definição de suas decisões.</p>
<p>Um <em>trainee</em> recebe em média R$ 2.500. E o trabalho é totalmente orientado por especialistas, sem aquela história conhecida de estágios nos quais os profissionais mais sobrecarregam do que orientam. Um programa dessa categoria permite ao aprendiz estratégias inerentes ao processo de desenvolvimento profissional.</p>
<p>A verdade é que quando o <em>trainee</em> acaba, provavelmente a empresa efetiva, quando o candidato mostrou trabalho. Hoje muitos são os segmentos que contratam profissionais para as áreas estratégica e tática de suas empresas.</p>
<p>Fique atento aos programas de <em>trainee</em> que estão abertos e siga em direção ao sucesso!</p>
<p align="right">Por Marcela Conceição</p>
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		<title>E quando você precisa indicar?</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 03:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá, mundo!
Um dia em sua jornada de trabalho pode ocorrer de alguém lhe pedir uma indicação de um profissional para uma área que seja de seu conhecimento ou domínio. Simples, verdade? Nem tanto quanto possa parecer, pois indicar alguém significa uma responsabilidade muito grande.
Primeiramente, você deve agir imparcialmente para indicar um profissional visando exclusivamente suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, mundo!</p>
<p>Um dia em sua jornada de trabalho pode ocorrer de alguém lhe pedir uma indicação de um profissional para uma área que seja de seu conhecimento ou <span id="more-989"></span>domínio. Simples, verdade? Nem tanto quanto possa parecer, pois indicar alguém significa uma responsabilidade muito grande.</p>
<p>Primeiramente, você deve agir imparcialmente para indicar um profissional visando exclusivamente suas competências técnicas e seu histórico de relacionamento e comportamento nas empresas anteriores. Em segundo lugar precisa saber se a pessoa que você indicará estará confortável em seu novo ambiente de trabalho e se aceitará a proposta.</p>
<p>Conhecer a pessoa que você deseja indicar é o fator mais importante neste processo, já que não basta apenas ter uma relação de amizade e, sim, saber que a pessoa é profissionalmente, pois o peso da indicação recai mais sobre você do que sobre a pessoa indicada. Quando a você é solicitada uma indicação quer dizer que a empresa está dando um voto importante de confiança.</p>
<p>Além do fator técnico, pesa muito em uma indicação a necessidade de cada pessoa. Às vezes nos deixamos levar por aquela pessoa que está sem emprego, que está precisando trabalhar e deixamos de ser mais impessoais. O fato é que a pessoa que mais necessita nem sempre é a que melhor vai ocupar o cargo que está sendo oferecido. E o profissional para este cargo é você quem vai indicar.</p>
<p>O desenvolvimento do trabalho que o profissional indicado realizará será remetido a você de alguma maneira, independentemente de efeitos negativos ou positivos. E enquanto você estiver na organização isso poderá impactar suas atividades, portanto, pense bastante antes de indicar uma pessoa.</p>
<p align="right">Por Marcela Conceição</p>
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		<title>E se eu tiver que viajar?</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 03:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá, mundo!
A busca incessante pelo emprego dos sonhos e a vontade de crescer profissionalmente pode escorregar um apenas um detalhe: disponibilidade para viajar. Para algumas pessoas esse pode ser um fator determinante na decisão de aceitar ou não o emprego, caso o candidato preencha os requisitos exigidos.
Verdade ou não o fato é que pessoas com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, mundo!</p>
<p>A busca incessante pelo emprego dos sonhos e a vontade de crescer profissionalmente pode escorregar um apenas um detalhe: disponibilidade para <span id="more-948"></span>viajar. Para algumas pessoas esse pode ser um fator determinante na decisão de aceitar ou não o emprego, caso o candidato preencha os requisitos exigidos.</p>
<p>Verdade ou não o fato é que pessoas com perfil mais arrojado e mais dinâmico como pessoas solteiras e sem filhos levam mais vantagem ao se candidatar a uma vaga de emprego cujo cargo exija mobilidade e disponibilidade para viagens. Dificilmente uma empresa contratará para uma vaga de emprego com tal exigência alguém vulnerável a não cumprir com seus compromissos, seja por motivos familiares ou pessoais.</p>
<p>Mas e se você se encaixar no perfil, preencher todos os requisitos e na hora de viajar ficar com receio? Se esse tipo de atribuição nunca fizera antes parte das suas rotinas de trabalho, passe, então, a encarar essa atribuição não como rotina e sim como uma nova experiência.</p>
<p>Viajar a trabalho ajuda você a criar um ritmo de disciplina e organização com seu trabalho, talvez nunca praticado anteriormente por você, se você ficasse sempre no escritório. Viajar abre novas perspectivas, desenvolve sua habilidade de negociação, amplia sua <em>network</em> e faz você se sentir mais seguro e ousado para lidar com seu trabalho.</p>
<p>Veja por este lado a necessidade da empresa em ter um profissional que esteja onde for conveniente quando for conveniente. Torne esta experiência mais conveniente, satisfatória e proveitosa para você também e cresça sem medos, receios ou insegurança. Seja firme em suas decisões, e suas colocações e desempenhe o papel de um profissional maduro e conectado às demandas do mercado na Globalização 3.0.</p>
<p align="right">Por Marcela Conceição</p>
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		<title>Competência não tem idade</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 03:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, mundo!
Que idade você pretende atingir? Oitenta, noventa, cem, cento e vinte anos? Não importa, o importante é como você vai chegar a essas faixas etárias. Engana-se quem ainda pensa que o mercado se fecha para pessoas acima dos 40 anos, por exemplo. Isso é muito relativo. O conceito de seleção está mudando gradativamente e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, mundo!</p>
<p>Que idade você pretende atingir? Oitenta, noventa, cem, cento e vinte anos? Não importa, o importante é como você vai chegar a essas faixas etárias. Engana-se<span id="more-944"></span> quem ainda pensa que o mercado se fecha para pessoas acima dos 40 anos, por exemplo. Isso é muito relativo. O conceito de seleção está mudando gradativamente e o mercado se fecha para quem não tem nada a oferecer.</p>
<p>Competência é um recurso que infelizmente nem todo mundo consegue cultivar ao longo dos anos. Há pessoas que no auge da juventude dedicam-se a realizar todas as atividades possíveis e acumular cursos e treinamentos, a fim de ser um profissional competitivo e qualificado para o mercado de trabalho.</p>
<p>No entanto também existem pessoas que nem quando jovens cuidam do próprio conhecimento e quando o tempo passa, iniciam um processo de arrependimento pelo que deixaram de fazer. Isso não é nada bom, pois o ideal é que ninguém atinja a maturidade desejando rever atitudes do passado.</p>
<p>E, prosseguindo, há pessoas que amam o conhecimento e nunca deixam de se informar, de buscar conhecimento em alguma área, ou se especializar em algum curso. Essas pessoas provavelmente vão aproveitar as oportunidades profissionais que surgirem, mesmo depois dos quarenta anos.</p>
<p>O mais importante é a postura do profissional maduro diante dos desafios impostos pelo mercado de trabalho. A experiência deve ser aliada e não um ponto negativo no momento da busca pela recolocação profissional. Competência é um item que pode melhorar com a idade, pois o nível de conhecimento e vivências que uma pessoa acumula durante os anos de trabalho são inestimáveis e sem dúvida são responsáveis pelo profissional que se forma.</p>
<p>Se você tem receio de ousar e aceitar grandes oportunidades em virtude da maturidade, não tenha medo, pois sua história de vida, conhecimento e competência devem ser maiores do que os temores dos desafios da vida profissional. Lance mão de recursos como plano de trabalho, agenda e atualização de informações contínua para isso.</p>
<p align="right">Por Marcela Conceição</p>
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		<title>Empreenda e seja feliz</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 03:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, mundo!
A cada dia novas formas de trabalho surgem e novas oportunidades de negócio se tornam possíveis. As atividades têm se diversificado muito e há organizações que motivam o profissional a ser auto-sustentável e responsável com o que se propõe a fazer.
Com o mercado mais restrito e bem mais exigente os negócios que permitem flexibilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, mundo!</p>
<p>A cada dia novas formas de trabalho surgem e novas oportunidades de negócio se tornam possíveis. As atividades têm se diversificado muito e há organizações que motivam o<span id="more-898"></span> profissional a ser auto-sustentável e responsável com o que se propõe a fazer.</p>
<p>Com o mercado mais restrito e bem mais exigente os negócios que permitem flexibilidade de horário começam a ganhar espaço, admiração e respeito. Esse é um aspecto cultural que vem sendo incorporado à nossa realidade (brasileira). Países como os Estados Unidos e os da Europa tem como base o trabalho, em suas variadas formas.</p>
<p>No Brasil, o empreendedorismo e a independência profissional foram conquistando espaço na sociedade aos poucos, em virtude do conceito de trabalho que muitas pessoas ainda possuem. Para algumas pessoas trabalho só é aquele com carteira assinada e hora para começar e terminar. Pessoas empreendedoras geralmente não recebem apoio da família no início de suas atividades.</p>
<p>Essa mentalidade é muito prejudicial para o desenvolvimento de muitas áreas importantes para o crescimento do país, pois o estímulo ao investimento em atividades liberais, de consultoria, de venda independente e de abertura de negócios próprios pode acelerar o processo de mobilidade social, diminuir as taxas de desemprego e gerar perspectivas saudáveis de vida e futuro para pessoas de quaisquer classes sociais.</p>
<p>Aprender uma nova atividade e descobrir que dela pode ser iniciado um negócio rentável pode mudar a vida de muitas pessoas e torná-las profissionais de sucesso em médio prazo. Empreender algo que satisfação você pode fazer a diferença em seu desempenho. Além das oportunidades e vantagens de se ter um negócio próprio, existe a possibilidade de se trabalhar com aquilo que é compatível com seus princípios e valores.</p>
<p>Avalie o que é oferecido a você e analise as vantagens de iniciar um negócio como consultor, empreendedor. No início pode ser bem difícil equilibrar as condições de trabalho, mas sem dúvida pode trazer a você um sentimento de felicidade e satisfação que você ainda não experimentou como trabalhador formal.</p>
<p align="right">Por Marcela Conceição</p>
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		<title>Mudar para fazer o que gosta</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 03:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, mundo!
A palavra de ordem para muitos têm sido: mudança, mudança e mudança. Mudança em todas as áreas da vida e sabemos que para haver mudança para a maioria das áreas da vida é necessário uma mudança drástica no campo profissional. Mudar não é difícil, o difícil é incorporar determinadas atitudes ao seu comportamento para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, mundo!</p>
<p>A palavra de ordem para muitos têm sido: mudança, mudança e mudança. Mudança em todas as áreas da vida e sabemos que para haver mudança para a maioria<span id="more-894"></span> das áreas da vida é necessário uma mudança drástica no campo profissional. Mudar não é difícil, o difícil é incorporar determinadas atitudes ao seu comportamento para fazer realmente a diferença.</p>
<p>A primeira atitude para buscar um novo direcionamento profissional é saber do que se gosta. Há pessoas que trabalham há anos em uma determinada área e se sentem insatisfeitas e desejam avançar e desenvolver atividades que realmente a façam felizes. Mas o importante, então, é saber o que realmente te completa profissionalmente. Se você ainda não souber responder esta pergunta é porque precisa conhecer mais de si mesmo.</p>
<p>Depois de passar pelo processo do autoconhecimento e ter definido em sua mente o que você quer para sua carreira, chegou a hora de desenvolver habilidades que podem tornar seu perfil mais competitivo como cursos de idiomas, especialização ou viagem ao exterior. Isso vai depender muito de sua área de interesse.</p>
<p>Assim, com a definição do que você quer e com algumas habilidades desenvolvidas fica mais fácil buscar a mudança na profissão. As chances se tornam muito maiores. Pense nisso e não perca tempo. Exercite o autoconhecimento e desenvolva as suas melhores habilidades!</p>
<p align="right">Por Marcela Conceição</p>
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		<title>Descanso ou recompensa salarial?</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 03:01:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, Profissionais!
Dúvida na cabeça de muita gente é difícil dizer o que é mais vantajoso para o colaborador: trabalhar horinhas a mais para ganhar hora-extra ou acumular tempo no banco de horas para compensar depois?
Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT trabalhador devidamente contratado com carteira de trabalho assinada tem direito ao pagamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Profissionais!</p>
<p>Dúvida na cabeça de muita gente é difícil dizer o que é mais vantajoso para o colaborador: trabalhar horinhas a mais para ganhar hora-extra ou acumular <span id="more-879"></span>tempo no banco de horas para compensar depois?</p>
<p>Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT trabalhador devidamente contratado com carteira de trabalho assinada tem direito ao pagamento de hora extra com acréscimo de, no mínimo, 50%, de segunda a sexta-feira, e 100% aos domingos e feriados.</p>
<p>Porém há empresas que não pagam em dinheiro as horas de trabalho excedentes e, sim, forma o chamado banco de horas, onde o funcionário recebe a compensação em dias de folga.</p>
<p>O banco de horas surgiu no Brasil por meio da <a title="Lei 9.601/98" href="http://www.normaslegais.com.br/legislacao/tributario/l9601.htm" target="_blank">Lei 9.601/98</a>, devido a um momento de crise econômica em que o governo tentava criar alternativas para minimizar os efeitos das demissões e do desemprego.</p>
<p>Porém os colaboradores devem ficar de olho, pois esta prática só pode ser validada dentro da empresa se estiver legitimada em Acordo Coletivo de Trabalho, conforme prevê a própria lei.</p>
<p>Atualmente um grande número de empresas resolveu adotar o banco de horas como forma de compensar seus colaboradores. Contudo vale a pena ficar de olho nos requisitos para que o banco de horas possa ser efetivado pela organização:</p>
<ul>
<li>Previsão em Convenção ou Acordo Coletivo de trabalho;</li>
<li>Aprovação dos empregados devidamente representados pelo Sindicado da Categoria;</li>
<li>Jornada máxima diária de 10 horas;</li>
<li>Jornada máxima semanal de 44 horas previstas durante o ano do acordo;</li>
<li>Compensação das horas dentro do período máximo de 1 ano;</li>
<li>Deve ser mantido pela empresa o controle individual do saldo de banco de horas bem como o acesso e acompanhamento do saldo por parte do empregado;</li>
<li>Pagamento do saldo das horas excedentes não compensadas no prazo máximo de 1 ano ou quando da rescisão de contrato de trabalho;</li>
<li>Em trabalhos insalubres e perigosos, a instituição do banco de horas depende de autorização expressa de autoridade competente em matéria de segurança e higiene do trabalho do Ministério do Trabalho.</li>
</ul>
<p>Portanto, profissional, esteja atento aos seus direitos e não deixe de receber sua compensação, seja em dinheiro ou em dias de descanso. Priorize seu bem-estar e sua saúde mental e física.</p>
<p align="right">Por Marcela Conceição</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Dúvida na cabeça de muita gente é difícil dizer o que é mais vantajoso para o colaborador: trabalhar horinhas a mais para ganhar hora-extra ou acumular</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Como anda a sua Língua Portuguesa?</title>
		<link>http://www.marcelaconceicao.com/2010/01/como-anda-a-sua-lingua-portuguesa/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 03:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
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		<category><![CDATA[como entender o idioma pátrio]]></category>
		<category><![CDATA[como ter habilidade em Português]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[o poder da língua materna]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, mundo!
Você se lembra de ter ouvido alguma vez na vida que quem sabe português consegue resolver qualquer problema? Acredite: isso é verdade e funciona em qualquer circunstância. Quando aplicado ao mercado de trabalho, a questão fica ainda mais séria. Profissionais com grande habilidade na língua-mãe tendem a serem mais bem-sucedidos em entrevistas de emprego [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, mundo!</p>
<p>Você se lembra de ter ouvido alguma vez na vida que quem sabe português consegue resolver qualquer problema? Acredite: isso é verdade e funciona em <span id="more-876"></span>qualquer circunstância. Quando aplicado ao mercado de trabalho, a questão fica ainda mais séria. Profissionais com grande habilidade na língua-mãe tendem a serem mais bem-sucedidos em entrevistas de emprego e processos de seleção e recrutamento.</p>
<p>Quer entender o porquê? Simples. O profissional procurado pelo mercado de trabalho deve entender de comunicação e conhecer bem sua língua materna, pois tudo o que for produzido de discurso dentro e fora da organização leva o nome da empresa. Independentemente da unidade organizacional e da formação do colaborador a língua portuguesa continuará a ser primordial em qualquer situação.</p>
<p>Imagine você recebendo um e-mail, por exemplo, de uma empresa multinacional com erros ortográficos, erros de pontuação e afins. Nenhum colaborador por pior que seja será responsabilizado pelo público externo pelos erros enviados em nome da empresa. E os processos de seleção e recrutamento estão cada vez mais rigorosos com as questões referentes à Língua Portuguesa.</p>
<p>Ao se candidatar a qualquer vaga de emprego tenha atenção com o português, pois as habilidades lingüísticas, ou ausência delas, podem custar a você uma grande oportunidade de dar um passo importante em sua carreira. Aprenda a adequar sua linguagem conforme o interlocutor e a situação. Dessa maneira, você conseguirá distinguir naturalmente os momentos em que deve utilizar cada tipo de linguagem da língua materna.Conhecer a Língua Portuguesa e saber como utilizá-la são os instrumentos primordiais para torná-lo um profissional bem-preparado para concorrer às vagas que o mercado oferece. Mas, claro, não se esqueça de desenvolver as demais habilidades também.</p>
<p align="right">Por Marcela Conceição</p>
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		<title>Entrevista em Inglês: E agora?</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 03:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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		<category><![CDATA[comportamentos recomendáveis a candidatos a vagas de emprego]]></category>
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		<category><![CDATA[vaga de emprego]]></category>
		<category><![CDATA[why should I hire you?]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, mundo!
“Why should I hire you?”. Ih, não entendeu? Bom, essa é uma das perguntas-padrão de um recrutador durante uma entrevista de emprego em Inglês. Se você não pratica o idioma há algum tempo ou se sente inseguro de responder perguntas em outro idioma, é bom você ler este artigo até o final.
As pessoas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, mundo!</p>
<p><em>“Why should I hire you?”</em>. Ih, não entendeu? Bom, essa é uma das perguntas-padrão de um recrutador durante uma entrevista de emprego em Inglês. Se você não <span id="more-817"></span>pratica o idioma há algum tempo ou se sente inseguro de responder perguntas em outro idioma, é bom você ler este artigo até o final.</p>
<p>As pessoas que possuem facilidade em dialogar em inglês são capazes de fazer um verdadeiro discurso no idioma, porém o que o profissional de Recursos Humanos precisa é conhecer o seu perfil, verificar seu nível de conhecimento no idioma (e aí não vale mentir no currículo porque o entrevistador sempre descobre) e saber seus reais interesses pela organização.</p>
<p>Existem alguns exercícios para quem possui conhecimentos intermediários e avançados no inglês que podem ajudar você na hora de passar por esta avaliação. Fique atento:</p>
<p>1.Procurar um amigo ou parente que seja fluente em inglês para dialogar com você assuntos informais e, em seguida, conversar assuntos relacionados à sua profissão, área de interesses e carreira;</p>
<p>2.De frente para o espelho treinar sua pronúncia, sua fluência, falando sobre assuntos de seu interesse, observando sua postura e o uso da linguagem corporal;</p>
<p>3.Elaborar uma lista com possíveis perguntas em português que o recrutador utilizará na hora da entrevista e traduzi-las para o inglês;</p>
<p>4.Preparar as respostas com base nas perguntas realizadas no item anterior e discorrer cada uma delas, praticando a segurança e a naturalidade com o idioma.</p>
<p>Depois de realizar esses exercícios, tente manter o máximo contato com o inglês, seja em filmes, músicas e leitura. O importante é que o profissional enxergue o inglês como uma ferramenta de gestão e não um acessório. Hoje, o Inglês se tornou de fato uma ferramenta de gestão e de relacionamento no atual quadro do mercado de trabalho.</p>
<p>Aproveite e pratique enquanto há tempo e <em>Good Luck</em>!</p>
<p align="right">Por Marcela Conceição</p>
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		<title>Estou com nome sujo na praça. E agora?</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 03:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcela Conceição</dc:creator>
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		<category><![CDATA[como limpar meu nome]]></category>
		<category><![CDATA[empresa não contrata quem tem nome sujo]]></category>
		<category><![CDATA[limpar meu nome]]></category>
		<category><![CDATA[meu cpf]]></category>
		<category><![CDATA[nome sujo na praça. SPC]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer para limpar meu nome]]></category>
		<category><![CDATA[regularizar CPF]]></category>
		<category><![CDATA[SERASA]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, mundo!
Você está desempregado há um tempão e de repente surge uma oportunidade de emprego. Problema resolvido? Talvez, se seu nome não estiver comprometido nos órgãos de proteção ao crédito.
Atualmente muitos profissionais em busca de um emprego e muitas vezes com um currículo vasto e qualificado perdem a chance até mesmo de irem para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, mundo!</p>
<p>Você está desempregado há um tempão e de repente surge uma oportunidade de emprego. Problema resolvido? Talvez, se seu nome não estiver comprometido nos órgãos de proteção ao crédito<span id="more-755"></span>.</p>
<p>Atualmente muitos profissionais em busca de um emprego e muitas vezes com um currículo vasto e qualificado perdem a chance até mesmo de irem para a entrevista porque quando as empresas fazem consulta ao Serviço de Proteção ao Crédito ou ao Serasa constatam que a pessoa possui pendências não resolvidas com estes órgãos.</p>
<p>Os profissionais, por outro lado, contestam dizendo que se não conseguirem emprego não terão condições de regularizarem sua situação junto aos órgãos de proteção ao crédito. Argumentos a parte, o fato é que as organizações estão cada vez mais rígidas e seletivas nos processos admissionais. Mas este comportamento é correto?</p>
<p>Além de não ser o comportamento mais correto a ser adotado pelas empresas de recrutamento, o ato de discriminar candidatos por sua situação de crédito fere a constituição federal. A Lei 90929, de 1995 impede qualquer espécie de discriminação, seja na admissão ou na manutenção do vínculo empregatício.</p>
<p>Embora seus direitos estejam amparados pela Constituição Federal, não deixe de regularizar sua situação se você puder, pois não há nada mais ingrato do que perder uma vaga de emprego por falta de controle creditício.</p>
<p>Antes de se candidatar a uma vaga de emprego, busque informações nos órgãos de proteção ao crédito e verifique se está tudo certo com seu CPF e se você possui alguma pendência a regularizar. Se você tiver, tente resolver para, assim, dar uma chance a si mesmo de desenvolver sua carreia e melhorar suas condições financeiras. Boa sorte!</p>
<p align="right">Por Marcela Conceição</p>
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